22/10/12

Construção de personagens

Nunca soube fazer caricaturas (que tanto me divertem) nem trabalhar estereótipos (que tanto elucidam). A minha construção das personagens é sempre, involuntariamente, um exercício de tolerância para aceitar as suas (nossas) contradições reais. Como escrevia Espinosa: "Esforcei-me por não rir dos atos humanos, por não chorar por eles e por não os odiar, mas sim por compreendê-los". Assim o consiga, na medida das minhas limitações.
15/10/12

TVI Ficção

Parabéns à TVI pelo novo canal! Durante vários anos, a ficção foi a minha casa e a minha escola, onde aprendi sobretudo o respeito pelo público e o poder do trabalho em equipa. Nos livros, voltei a ser um "lobo solitário" (e é como me sinto melhor...), mas não consigo esquecer-me que escrevo para que me leiam, e que um livro é também o resultado do trabalho de muitas pessoas. E isso, sem dúvida, foi a TV que me ensinou...
24/09/12

D. Estefânia na revista Novos Livros

"D. Estefânia - Um Trágico Amor", entre outras escritas e aventuras profissionais, na revista "Novos Livros": http://novoslivros.blogspot.pt/2012/09/sara-rodi-devolver-aos-portugueses.html
14/09/12

O Presente de Portugal é nosso!

Não acredito em críticas sem alternativas. Não acredito em manifestações sem propostas. Como não acredito em problemas sem solução. O país tem hoje um problema em mãos. Dos graves. Fruto de uma crise sem precedentes. Mas também de uma descrença irremediável nas políticas do governo que elegemos. A verdade é que, se o Estado somos nós, e temos o direito a fazer ouvir as nossas críticas, temos também de ser Estado na procura de soluções. Se não confiamos nas decisões do governo que elegemos, temos de ser nós a decidir, mais do que apenas denegrir aqueles que estão a tentar fazer alguma coisa por nós (por mais erros que cometam). Para não corrermos o risco de sermos novamente marionetes de quem se quer erguer à custa do nosso descontentamento... Amanhã, mais do que uma voz crítica, gostava que fossemos, todos juntos, um conjunto de propostas. Puxem de papel de caneta e escrevam o que querem para Portugal. Que país querem deixar aos vossos filhos e netos? Para que tenhamos esse futuro, o que podemos fazer neste presente? O que estamos dispostos a dar, para receber? Encham cadernos, por favor. Publiquem posts com soluções. É esta a nossa grande oportunidade de exercermos a cidadania que nos assiste e usufruirmos do direito à liberdade que em tempos, com tanto suor e lágrimas, conquistámos.
05/09/12

O Livro da Minha Vida

No Jornal de Notícias, sobre O Livro da Minha Vida (www.olivrodaminhavida.com) e de que forma esta ideia mudou a minha.
03/09/12

Justiça

"Quando a nossa consciência não é sagaz o suficiente para nos fazer ver as nossas culpas ou a nossa atitude é impotente para emendar os nossos erros, os acontecimentos tratam de nos cercar para nos confrontar uma e outra vez com aquilo que temos de mudar. Mecanismo de justiça divina ou apenas um reflexo energético da nossa atitude, não importa. Importa não vivermos na ilusão da impunidade. De dentro ou de fora, mais cedo ou mais tarde, a vida encarregar-se-á de nos confrontar com os nossos erros para nos obrigar a ser melhores..." (in novo livro, nova personagem, ainda em processo de assimilação)