Coisas de Mais Aventuras das Gémeas
A Oficina do Livro desafiou-me a continuar, em Portugal, a coleção "As Gémeas", da Enid Blyton, e o livro está quase, quase, quase a chegar às livrarias!
Gostava muito que lessem e que me enviassem as vossas sugestões, críticas, desenhos, ideias para livros futuros, e tudo o mais que vos apetecer. Publicarei tudinho por aqui!
E para encomendarem online, espreitem AQUI.
Vamos a isto!
Boas leituras...
Somos Todos Seres Humanos
Porque somos todos Humanos...
http://mariacapaz.pt/cronicas/somos-todos-humanos-por-sara-rodi/
"Mas o que podemos fazer? – é outra pergunta que também se ouve, e que me coloco todos os dias. Não somos efetivamente ninguém para resolver os conflitos que estão a originar esta fuga em massa para a Europa. Não somos políticos, não somos ONGs. Individualmente, a maioria de nós é, de facto, impotente. Mas a impotência não se pode traduzir NUNCA em indiferença. Em distanciamento (já para não falar em atitude de superioridade!). É fundamental que sobre esta matéria (como sobre todas as outras que afetam este nosso mundo e as criaturas que nele habitam) nos informemos, partilhemos, sensibilizemos, pressionemos da forma que soubermos e pudermos. E, quando nos for dado contribuir, seja com bens, tempo, pressão, ajuda no terreno (o que for!) o façamos, também, na medida das nossas possibilidades. Termos em nós a disponibilidade possível para sermos uns pelos outros. Hoje nós por eles. Quem sabe um dia eles por nós, se o tabuleiro se inverter, como já tantas vezes a História registou."
http://mariacapaz.pt/cronicas/somos-todos-humanos-por-sara-rodi/
"Mas o que podemos fazer? – é outra pergunta que também se ouve, e que me coloco todos os dias. Não somos efetivamente ninguém para resolver os conflitos que estão a originar esta fuga em massa para a Europa. Não somos políticos, não somos ONGs. Individualmente, a maioria de nós é, de facto, impotente. Mas a impotência não se pode traduzir NUNCA em indiferença. Em distanciamento (já para não falar em atitude de superioridade!). É fundamental que sobre esta matéria (como sobre todas as outras que afetam este nosso mundo e as criaturas que nele habitam) nos informemos, partilhemos, sensibilizemos, pressionemos da forma que soubermos e pudermos. E, quando nos for dado contribuir, seja com bens, tempo, pressão, ajuda no terreno (o que for!) o façamos, também, na medida das nossas possibilidades. Termos em nós a disponibilidade possível para sermos uns pelos outros. Hoje nós por eles. Quem sabe um dia eles por nós, se o tabuleiro se inverter, como já tantas vezes a História registou."
Dos filhos
Quando for esse nada que é tudo
E tudo aquilo que hoje me cansa
For inequivocamente inútil, um disparate da existência
Terei eu ainda memória de todos aqueles que amei?
Dos filhos que deram sentido ao meu cansaço? Uma vontade de existir acima do tédio de existir?
Terei eu ainda memória dos seus rostos e das suas mãos pequeninas?
Dos seus dentes sempre a cair?
A pele suave e o cabelo que lhes esfregava?
O riso fácil? Os olhinhos doces?
Não exijo saber quantos filhos tive, como nasceram, que nomes lhes dei
Só não queria esquecer o seu olhar
E o amor. Ah, o amor que lhes tenho!
Dessa espécie de amor que nos faz vontade de recriar o tempo e o espaço só para viver outra vez.
E talvez nasçamos e morramos por isso mesmo…
Deus quer fazer-nos melhores.
Nós, apenas reencontrar aqueles que nos fazem desejar ser mortais
Só pelo medo de a eternidade os apagar em nós…
E tudo aquilo que hoje me cansa
For inequivocamente inútil, um disparate da existência
Terei eu ainda memória de todos aqueles que amei?
Dos filhos que deram sentido ao meu cansaço? Uma vontade de existir acima do tédio de existir?
Terei eu ainda memória dos seus rostos e das suas mãos pequeninas?
Dos seus dentes sempre a cair?
A pele suave e o cabelo que lhes esfregava?
O riso fácil? Os olhinhos doces?
Não exijo saber quantos filhos tive, como nasceram, que nomes lhes dei
Só não queria esquecer o seu olhar
E o amor. Ah, o amor que lhes tenho!
Dessa espécie de amor que nos faz vontade de recriar o tempo e o espaço só para viver outra vez.
E talvez nasçamos e morramos por isso mesmo…
Deus quer fazer-nos melhores.
Nós, apenas reencontrar aqueles que nos fazem desejar ser mortais
Só pelo medo de a eternidade os apagar em nós…
Sawabona
Somos muito mais do que os nossos erros.
Infelizmente, nos dias que correm, são muitas vezes eles que nos definem. Nem sempre temos quem nos rodeie e nos relembre que, para além deles, somos um mundo infinito de virtudes e potencialidades. Quando assim é, devemos ser nós a olhar-nos ao espelho e pensarmos para nós que um erro é sempre uma aprendizagem. Que é importante entender que errámos, perceber como podemos evitar os mesmos erros. Mas depois, e sempre, seguir em frente com tudo o que aprendemos.
"
SAWABONA!!!
Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom".
Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim"
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"Então, eu existo pra você".
"
Infelizmente, nos dias que correm, são muitas vezes eles que nos definem. Nem sempre temos quem nos rodeie e nos relembre que, para além deles, somos um mundo infinito de virtudes e potencialidades. Quando assim é, devemos ser nós a olhar-nos ao espelho e pensarmos para nós que um erro é sempre uma aprendizagem. Que é importante entender que errámos, perceber como podemos evitar os mesmos erros. Mas depois, e sempre, seguir em frente com tudo o que aprendemos.
"
SAWABONA!!!
Há uma "tribo" africana que tem um costume muito bonito.
Quando alguém faz algo prejudicial e errado, eles levam a pessoa para o centro da aldeia, e toda a tribo vem e o rodeia. Durante dois dias, eles vão dizer ao homem todas as coisas boas que ele já fez.
A tribo acredita que cada ser humano vem ao mundo como um ser bom. Cada um de nós desejando segurança, amor, paz, felicidade. Mas às vezes, na busca dessas coisas, as pessoas cometem erros.
A comunidade enxerga aqueles erros como um grito de socorro.
Eles se unem então para erguê-lo, para reconectá-lo com sua verdadeira natureza, para lembrá-lo quem ele realmente é, até que ele se lembre totalmente da verdade da qual ele tinha se desconectado temporariamente: "Eu sou bom".
Sawabona Shikoba!
SAWABONA, é um cumprimento usado na África do Sul e quer dizer:
"Eu te respeito, eu te valorizo. Você é importante pra mim"
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA,que é:
"Então, eu existo pra você".
"
Dos livros nas prateleiras
Surpreendem-nos nas livrarias como alguém com quem nos cruzámos na vida e nos marcou.
Alguém que ainda nos faz corar de alegria arrebatadora, reviver pedaços de vida em que fomos um só.
Sabemos que nada do que ali está é já nosso (pertence agora a todos que o quiserem) mas sabemos também que levará sempre consigo um bocadinho de nós.
E desejamos baixinho: "Que o tratem bem, por favor..."
Alguém que ainda nos faz corar de alegria arrebatadora, reviver pedaços de vida em que fomos um só.
Sabemos que nada do que ali está é já nosso (pertence agora a todos que o quiserem) mas sabemos também que levará sempre consigo um bocadinho de nós.
E desejamos baixinho: "Que o tratem bem, por favor..."
Da arte e da Saudade
A arte não nos rouba a saudade, mas materializa-a, e a materialização é sempre uma forma (a forma humana) de eternização.
Neste mundo em que nada é eterno, acredito a arte é a eternidade possível...
Ao Francisco e ao seu irmão Manuel Guerra, o meu OBRIGADA!
Neste mundo em que nada é eterno, acredito a arte é a eternidade possível...
Ao Francisco e ao seu irmão Manuel Guerra, o meu OBRIGADA!
Da Poesia que descia em mim
Quando, na minha juventude, as palavras me pediam que as escrevesse, vestia um vestido branco e fugia para o terraço de minha casa, para as escrever à luz das estrelas. Era o meu vestido da poesia. Aquele que me transformava num corpo qualquer sem nome sem rosto, sem passado nem futuro, capaz de albergar, por isso mesmo, todas as vidas que nele quisessem habitar. Que através dele quisessem escrever-se neste mundo...
Enfiada no meu vestido da poesia, eu não era mais eu. Tão pouco as palavras eram minhas. Talvez por isso nunca me tenha sentido poeta, mas apenas alguém a quem, por vezes, por razões que eu desconhecia, descia da terra da poesia um qualquer poema que eu rabiscava, o melhor que podia e sabia...
A todos os Poetas (os que o são de facto, os que são às vezes, os que foram uma vez que fosse nesta vida), a todos os Poemas (melhores, piores, inacabados ou que ficaram por escrever) e a todos os Leitores (finalidade última de todas as palavras)... um Feliz Dia da Poesia!
Enfiada no meu vestido da poesia, eu não era mais eu. Tão pouco as palavras eram minhas. Talvez por isso nunca me tenha sentido poeta, mas apenas alguém a quem, por vezes, por razões que eu desconhecia, descia da terra da poesia um qualquer poema que eu rabiscava, o melhor que podia e sabia...
A todos os Poetas (os que o são de facto, os que são às vezes, os que foram uma vez que fosse nesta vida), a todos os Poemas (melhores, piores, inacabados ou que ficaram por escrever) e a todos os Leitores (finalidade última de todas as palavras)... um Feliz Dia da Poesia!
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